Clube

Simbolo do Varzim SCDesde 1915 que o Varzim Sport Club participa e actua em plenitude na vida da Póvoa, congregando gente, estimulando vontades, suscitando paixões, promovendo uma causa, servindo uma comunidade com o melhor que pode oferecer.

A realidade desportiva nacional condiciona o viver das agremiações desportivas. Tratando-se de futebol, como é o caso, mal se andará se não se souber ocupar o lugar próprio. Renúncia à ambição, ao sonho? Claro que não. A questão põe-se, concretamente, em termos de bom senso.

Para um clube como o Varzim, a história é um inevitável percurso escada acima, escada baixo, uma mudança, uma inquietude, uma nunca terminada faina visando aperfeiçoamento, valorização, horizonte mais largo.

Clube do mar, de gente do mar, o Varzim aprendeu que a maior ou menor abundância da pescaria depende do saber, do trabalho, do sofrimento – e da sorte. Pedro, ao que se sabe, foi pescador e não enriqueceu. Tornou-se, apenas, santo.
E assim sai a lancha poveira, todos os dias, ao mar que é dúvida e esperança. Lancha Poveira? De futebol, prosaicamente, falamos. Nele estão esperança e dúvida, ao futebol de cada campeonato recomeçado entrega o Varzim o melhor do seu saber, da sua capacidade de trabalho e de sofrimento – da sua crença na sorte.
Recomeça, nos calores de Agosto, uma nova faina.
A palavra de ordem é a de sempre: Ala! Arriba!
O resto é com os homens. E, talvez, com os deuses – se lhes der para se virarem para a Póvoa do Mar.